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Dez212010

Batendo um papo com Renato Demartini ou BT vocalista do John No Arms

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Durante o dia 19/12 Domingo encontrei o Bt no encontro novas
tendências e comentávamos sobre as dificuldades e as barreiras que uma música
encontra hoje em dia em Uberaba e também outras cidades.

E ele comenta sobre o evento:

  Acho que foi meio organizado
em questão do meio técnico, algumas bandas despreparadas e algumas já velhas
tendências que tocam a muito tempo, e claro as que salvou o evento,
literalmente, foram 2 atrações velhas tendências, U-ganga e Seu Juvenal.


  Ele comenta também sobre a galera que anda sumida de Uberaba:


  A galera True Rock de
Uberaba tem que se unir pra fortalecer a opinião que muitos acham estar apagada
a anos, só que está apenas engasgada.

  Bt pra muitos que não sabem é Uberabense e com a dificuldade de sustentar uma carreira em sua banda em Uberaba decidiu que a melhor maneira era saindo da cidade, Mudando-se para Brasília aonde até hoje vem sustentando um projeto maravilhoso que é a banda John No Arms, que por sinal tem uma galera grande que curte vocês aqui. E nós nos perguntamos por que vocês não tocam em URA?

Meio triste ele responde

  É chato, mais há uma pessoa que não curti o nosso som, essa pessoa não fala comigo nem com ninguém da banda, ela simplesmente diz que nosso som é muito pesado pra galera de Ura, uma mentira por sinal, são escolhas sem critério algum e sem o menor senso de realidade. Temos uma equipe bastante profissional, tocamos a muito tempo, tocamos em lugares muito foda que exige um pouco mais do artista, e francamente não entendo porque não nos abrem espaço aqui em Uberaba.

Verdade e muitas pessoas acham que só queremos criticar e não fazer nada só ficar sentando. Sendo que isso é uma mentira, eu mesma tenha um projeto a três anos. Três anos que venho acompanhando várias e várias bandas que não tiveram a chance de se divulgar. Lembro-me de ter feito projetos com mais de trezentas bandas que sofrem e sofreram com isso. Um absurdo por sinal.

È loucura isso, você
tem que ser preparado, gasta muito dinheiro em tudo pra não ser valorizado
sendo que, muitas pessoas te valorizam e querem apreciar seu trabalho.



http://c2.ac-images.myspacecdn.com/images02/87/l_8da673e2699540c3afc720eb14515edd.jpg

Bt comenta sobre algumas bandas que tocaram e também ressalta.

Tem que dizer mesmo FUCK dane-se mesmo tudo isso, tanta banda despreparada, gente errando música, outros cantavam e não se escutava nada, uma mina desafinada, enquanto meia dúzia estava La na frente curtindo, ou melhor, chapado, os em volto se perguntavam, que porra é essa?!
Ontem enquanto batíamos um papo, Renato acompanhava um bate-repate no twitter entre a zzine e uma espectadora.


Achei incrível como
tem gente sem noção em tudo aqui em Uberaba, a melhor banda disparada da noite
foi o U-ganga, você vê isso no público. A que mais agitou o que levou o publico
mais próximo do palco e abalou geral, vi chegando até mais pessoas pra vê-los.
Se tirar os caras aquilo La acaba, vi muita gente ontem dizendo que foi por
causa deles, os caras são profissionais. Acabaram de chegar de um Tour na
Europa, tocam a muito tempo, eu mesmo conheço o Manu a 18 anos e pra ele falar
o que ele falou, alguma coisa realmente aconteceu, é questão de respeito é.
Mais com as bandas que estavam tocando La. Se o cara toca com um som ruim, as
pessoas criticam a banda não a aparelhagem de som. Estavam super certos em
reclamar.



Acompanho o trabalho
dele desde a  época do Angel Butcher,
passando pelo Sarcófago, nuts, ganga zumba e agora o U-ganga.


Eu que sei já sofri muito com som ruim. Tive o prazer de conhecer o Manu na primeira edição da Zine que teve grandes nomes da música Underground e claro vocês na 2ª edição. Um trabalho árduo, e muitas pessoas acha que queremos sujar elas, ou o nome delas. Não é isso queremos ajudar a melhorar este evento e outros eventos também da cidade, mais parece que não nos escutam, muita gente vem criticando a anos, batendo sempre na mesma tecla, tem a oportunidade de mudar e não quer.

Comentamos também sobre a falta de respeitos dos casais no evento.

Não dos homos, mais todos no geral, havia muitas crianças lá
e as vezes um respeito com a integridades das pessoas é essencial, afinal de
contas temos que impor respeito para termos respeito e recebermos também.


Sobre as bandas também
senti falta do Nekrotério, melhor banda que teria de punk.



Verdade tinha muitos
colegas meus com crianças lá, tinha um cara lá quase comendo a menina outros
casais novidades*, sei que é bom beijar mais vamos ver se não estamos sendo
demais né galera.


Ele comenta também:

Este tipo de espaço tem que ser oferecido a bandas que estão na ativa com profissionalismo, seriedade, talvez algumas bandas lá podem melhorar e evoluir, mais comparado com Brasília por exemplo, este tipo de banda não consegue nenhum espaço pra tocar, porque mesmo que você faça punk ou outra coisa, você tem que ser bom no que faz, ensaiar, saber timbrar instrumento, saber usar o palco.

Continuamos com o bate-papo e mudamos totalmente do assunto, mais é isso esperamos que tenham gostado, essa semana se tudo der certo voltaremos a conversar agora sobre a profissão Vocal, e fiquem antenados, vocês leram agora a conversa entre a zzine e Renato ou BT vocal do John No Arms, quer conhecer um pouco mais sobre o John No arms?

Acesse já o twitter deles @johnnoarms e concorra um cd da
banda e fique por dentro de tudo que rola com eles.

Quer conhecer um pouco mais, acesse 4shared e baixe já a segunda edição da Zzine e veja o que rolou com eles até hoje.

Valeu pessoal até mais.


Abraços a todos e estou esperando vocês lá no twitter.

http://c4.ac-images.myspacecdn.com/images02/69/l_31341a5864eb4667b1182bf02a4cefa3.jpg


Admin · 85 vistos · 0 comentários
Categorias: Portal Fala Sociedade
Dez202010

A alma não cala


 



http://3.bp.blogspot.com/_NKkifsV6DsU/S7gYqwnNa7I/AAAAAAAAAxA/1ooVgkWsuZ4/s1600/heavy%2520metal%2520treehugger.jpg

 



 



Voltando depois de alguns dias sem postar, acho que o tempo às
vezes nos desespera.



Mais enfim estou de volta, e vou falar de algumas coisinhas
básicas que ocorreram ontem no Novas Tendências IV na praça Por do Sol.



Para quem esteve lá foi muito bom e pra quem não foi, só ano
que vez ou até o próximo evento que tiver na cidade.



Mais vamos direto ao ponto, ontem muita bandas legais de
estilos diferentes tocaram, quem curtia um ou outro estilo curtiu pacas,
tirando que no começo do eventos o sol estava muito mais muito arregalado e o
calor veio junto pra aquecer o evento, evento do qual muitos que lêem sabe
estava mais frio do que mamites de ontem. Mais isso é coisa que muitos
produtores não reparam pra que acham mesmo que estão sendo os mais legais possíveis.



Eu na verdade enganei vocês não vou falar de merda de evento
nenhum, vou falar da merda de atitude dos organizadores ou um indivíduo diante
de bandas e projetos e pessoas nesta cidade e fora dela. Quer saber ontem teve bandas
ruins pra caralhoooo.



Nada contra as bandas mais tanta banda com o som mais profissa
e de mais atitude que o público de UBERABA curti, e não quem faz os eventos. Você
ai que acha que a carapuça ta entrando quer saber como acertar bem no alvo, é só
olhar a reação do público, olha pra gente, nós que queremos algo vocês dizem
fazer algo pra nós, mais nem sequer quer saber a verdade. Papo furado ir à TV e
dizer que as novas tendências saem da Net, fulera esse argumento, Não é banda
de rock de verdade é banda que FAZ rock de verdade que faz METAL de verdade.



Foi gente desafinada, banda sem ensaiar, poh sair da minha
casa pra ver isso?



Não vou mentir teve seus altos o eventos, e adivinham quais
bandas levantaram o público. Aquelas bandas que foram impedidas de tocar em URA
pelo seu estilo, impedidas de estar nesse berço maravilhoso de música por causa
de organizadores que ACHA estar sendo coerente com o que o PÙBLICO  realmente gosta.



Falei com muita gente ontem durante o evento, gente de
responsa que apoio que participa e que toca em bandas que deveriam muito mais
bandas tocar aqui do que muitas que vocês colocam achando que UBERABA gosta.



Agora eu pergunto antes era o Heavy metal, o Rock n’ Roll, o
hard e agora é indie?



Mais não me lembro das pessoas deixarem suas raízes para traz.



Um evento de Novas sem merda nenhuma de novo. Um evento que
se diz diversificado, sem ter nem uma merda de Metal.



Pois é galera não vou me calar, vou falar o que todos falam
e pensam.



Você ai sentado e lendo se é uma dessas pessoas que organiza
meus parabéns pelos eventos e iniciativa, mais você ou vocês estão levando pro
lado pessoal e esquecendo que um evento cultural é feito para a sociedade não
para si mesma.



E você que lê que é uma dessas pessoas que está de saco
cheio dessa merda de panelinha e de hipocrisia bem vindo, e outra você não está
sozinho nessa.



Como dizia um sábio de URA, essa Merda ninguém engole mais,
pois essa merda de rock e de metal precisa tanto quanto essa sua Hipocrisia.



Sem mais pessoal por hoje é só.



Há e antes de terminar não to nem ai se você fica ai
mandando indiretas que tem que estudar ou tudo mais, to aqui pra falar pro público
que fala com o coração e escuta com a alma essa merda de música que vocês
chamam de lixo, pra vocês é lixo, pra nós é música caralho.



Valeu gente até mais.



Admin · 102 vistos · 3 comentários
Dez152010

A música em nossa vida

por Joyce Miller
edição de arte Janaína Janones

Quando nascemos, já aprendemos a curtir uma boa música de ninar, tem aquelas que mamãe cantava, tem as que bichinhos cantavam e dançavam na TV, e das aberturas de desenhos animados então, são inesquecíveis! E quando crescemos passamos por um processo traumático "ou não" e nostalgicamente irei relembrar alguns nomes que fizeram parte do processo de minha geração. Tivemos a fase do Salgadinho e Rodriguinho e depois como salvação "ou não" surge Kurt Cobain e Axl Rose, mas em casa a mãe ouvia Maria Bethânia, e o pai Tião Carreiro e Pardinho, madrinha adorava Zeca Pagodinho. Não podemos esquecer os domingos em que aquela vizinha acordava a casa inteira ouvindo funk, depois mudava para gospel. Ah! e aquela prima que sabia todas as coreografias das Spice Girls, Backstreet Boys e da Thalia, e ensinava todas. Tem também a amiga que não deixava faltar as micaretas e aquele amigo que descolava cortesias para as festas eletrônicas.
Então, somos introduzidos no mundo da música e quando percebemos já estamos pagando para ver os artistas que por sinal foram influenciados por algum destes que, de alguma forma, marcou nossas vidas. Tem gente que se define por roqueiro, pagodeiro, metaleiro, sertanejo, entre outros, mas ninguém nasce com o estilo definido. Assim como sexo, a verdade é que, às vezes, experimentando coisas novas, você se surpreende e descobre na verdade o que é.

musica

Também existem os ecléticos, que sabem curtir a boa música, mesmo sendo de estilos diferentes. Estas pessoas sabem curtir em qualquer ambiente e o que importa são as companhias. Quando escolhemos um time de futebol é porque ele de alguma forma nos conquistou. Assim como relacionamento, a música nos conquista e "chama pra dançar", então você cresce e vai amadurecendo sua opinião musical. Alguns viram músicos assumindo assim a paixão, outros mesmo apaixonados não preferem um contato tão próximo e viram espectadores ou palpiteiros. Vivemos crescendo mentalmente, adquirindo novas experiências, novos estilos ou acrescentando mais ao nosso, faz parte do processo da vida. O segredo é nunca parar e nunca fechar os ouvidos para o convite que o mundo nos faz, que é aproveitar cada instante da vida da melhor forma possível.
A música passa por transformações que refletem em nosso estilo e em nossas amizades, algumas são passageiras e outras permanecem, mas a boa música não desaparece, ela cria raízes e mesmo com o passar dos anos continua em nossa memória. É uma arte fazer música e tem muitos por aí achando que são artistas, mas como tem gosto pra tudo o mercado da música existe para diversos estilos e não há como ficar de fora, nem que seja como consumidor. A música em nosso cotidiano é como por uma roupa legal, calçar o chinelo ou almoçar bem, ela traz algum benefício, mesmo que não explícito na embalagem, mas traz.

A mistura de ritmos que ouço desde a infância só me faz ter mais opções, sou um ser humano surpreendente e, às vezes,musica ouço reggae, outro dia quero demais curtir um rock, ou ir ao pagode. Tenho várias opções, só não posso me excluir do mundo como se não tivesse lugar para mim em alguma "tribo". Nosso desenvolvimento, tanto exterior quanto interior, é embalado por música, nem que seja por aquela que quando você ouve dá vontade de se jogar na pista de dança ou aquela que, quando ouve fecha os olhos, respira fundo e viaja na letra e na melodia.
Algumas batucadas para aliviar a tensão, um banho demorado ao som de chuveiro e "João", são pequenas coisas que fazem diferença no dia da gente.
Ao envelhecermos teremos boas lembranças, momentos que iremos nos lembrar para sempre, lembraremos da vizinha funkeira na infância, dos carnavais durante a juventude, dos barzinhos da cidade natal, dos encontros românticos e das baladas de sábado à noite, todas as ocasiões regadas à música e muita diversão. Valerá muito à pena pegar aquele velho CD que ganhou de sua amiga e saber que tudo que fez foi especialmente para se sentir presenteada com a vida que Deus lhe deu. Precisamos deste remedinho básico que é encontrado nas AMs e FMs, no elevador, internet ou em qualquer esquina.

Faça o teste e veja o quanto a música é essencial na sua vida

Quando entra no carro você: (  ) sintoniza a melhor rádio (  ) coloca seu CD preferido (  ) não gosta de ouvir música quando dirige.
Quando usa o PC no trabalho você: (  ) abre o programa e escolhe algumas músicas (  ) não liga o som, pois não se concentra com música (  ) fica puto, pois em seu trabalho não é permitido ouvir música.
Na balada você: (  ) procura lugar com música boa para dançar (  ) procura lugar com música calma para relaxar (  ) prefere ir a lugares que não têm música.
Quando está estressado prefere: (  ) ouvir música no último volume (  ) ouvir músicas calmas (  ) prefere conversar com alguém.
Quando termina um namoro você: (  ) ouve música para esquecer (  ) ouve música para se lembrar (  ) você não quer, mas se lembra sempre quando ouve a danada da música e põe replay.


musica

 

Perceba que em quase todas as situações expostas acima você é a favor da música. Crescemos ouvindo música e temos uma especial para cada momento, a vida sem ela seria como um filme sem trilha sonora, um corpo sem alma, seria uma chatice, fala a verdade! Independente de estilo, a música está dentro de nós e transpira em nossos poros, trazendo-nos sentimentos e referências de tudo o que vivenciamos em nosso cotidiano.

Joyce Miller é aluna do curso de Publicidade e Propaganda na Unitri. É dona do blog Música e Alma
musicaealma.blogspot.com

 

Materia fornecida pela Revista Cult e todos os direitos autorais são devidamente pertecentes a mesma.



Admin · 97 vistos · Deixe um comentário
Dez142010

Rápido bate-papo com Márcia Clara da Music is Power"


“Acompanhem agora um rápido bate
papo com a escritora Márcia Clara da revista nordestina Music is Power”



O que vem achando dos movimentos
da região sudeste do país?



“antes de tudo, Bom dia pessoal, muita felicidade neste instante.”



“Acho maravilhoso, eu estou radiante de saber que o Brasil inteiro vem
crescendo cada vez mais, se abrindo ao desconhecido, aprendendo e ensinando,
esses projetos culturais são ótimos para a sociedade.”



È muito bom mesmo. Mais como sabemos que seu tempo
está muito curto e te seqüestramos pra este bate-papo, passa ai uma mensagem
pro pessoal.



“Parabéns pra todos que estão participando, organizando, encenando,
cantando, tudo, uma loucura não é mesmo. Só falo uma coisa para todos, cultura é
foda, estar com ela ou apenas apreciá-la torna de você o que você sempre sonhou
ser, é uma experiência primordial pro ser humano e enriquece todos os seus
desejos, sonhos e também você como pessoa.



Valeu “gente, foi bem rápido mais tenho que correr.”



Admin · 167 vistos · 1 comentário
Dez142010

Entrevistando O professor de artes cênicas Edmilson Zorzi


Olá a todos, e agradecemos por estarem nos visitando sempre.

Ontem após uma longa entrevista com o professor de artes integradas e cênicas Edmilson Zorzi, da escola SESI de Araxá, ele afirma.


http://www.enciclopedia.com.pt/images/a_la_pintura.jpg

 

Estar integrado a um projeto cultural, ou simplesmente participar de um é alimentar-se de uma energia maravilhosa que vai emanar de seu ser juntamente com seu espírito.

Ontem 13/12/2010 Segunda feira, a equipe da Zzine Blog entrevistou Edmilson e o fez perguntas sobre os eventos culturais que vêem sendo organizados em Uberaba tanto pela Megalozebu e também outros como escola de música, centro cultural e prefeitura municipal de Uberaba. Ele teve algo muito importante a dizer.


Acho exemplar tudo que vem sendo organizado e planejado não apenas para
Uberaba ou região mais sim pra minas e todo o Brasil. Muitas pessoas se
esquecem que existem várias e várias forma de aprender um pouco mais, se
participar, se interar a eventos tão importantes para sua cidade, região, e o
mais importante de todos a si mesmo.”

(Camilla) – É muito gratificante estar aqui com você. Como você vê os meios culturais sendo atuados nestes locais? E uma questão que sempre aflige muitas pessoas, assim como bandas, você crê que estes eventos realmente são abertos a todos os projetos? Sejam eles bandas ou peças teatrais.

Bom, é sempre bem simples de se ressaltar, mais difícil de explicar. Os
meios culturais na verdade somos todos nós, são as pessoas que participam e
também as que apreciam então eu lhe pergunto como irá atuar está cultura em você.


Agora sobre estar ou não aberto a todos os projetos e bandas, é bem
simples.Em lugares e regiões a integração e aprimoramento e cumprimento de eventos como os que o Fora do eixo executa e até mesmo a megalozebu em Uberaba é decidir quais bandas seriam legais ou cumpririam o que o evento quer passar as pessoas. Mais já que tocou no assunto, me lembro que no SESI ano passado na oficina de artes cênicas, houve apresentações de bandas, e me recordo rapidamente das pessoas gostariam mais sempre falam faltar algo. Eu mesmo em particular nunca soube o que era, mais creio que uma rápida entrevista nesses
eventos seria essencial para se descobrir.”

(Camilla) – Agradeço muito sua presença aqui hoje conosco, e gostaria de lhe pedir que dissesse a todos que nos lêem alguma mensagem.

“ sim claro. Muito obrigado a todos, agradeço a oportunidade, vamos
participar e ajudar os meios culturais de sua cidade e região, você tem a
oportunidade de estar indo ou participando sempre destes eventos, e outra coisa
nunca diga não ter tempo, pois o tempo é nosso amigo não inimigo. Um grande
abraço pra vocês, um beijo e muita cultura e sabedoria pra vocês, e que estes
movimentos cresçam cada vez mais e vocês juntos com eles. Obrigado”


Admin · 46 vistos · 0 comentários

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